Pesquisa em sistemas complexos

Carlos Paes

Scapegoat ABM — Modelagem Baseada em Agentes Aplicada ao Fenômeno do Bode Expiatório

Explore nossa simulação, veja a apresentação em vídeo e acesse os artigos e experimentos que mostram como o mecanismo vitimário pode ser estudado em sistemas complexos.

Simulação Scapegoat ABM em funcionamento
Simulação Scapegoat ABM em funcionamento
Publicações

Artigos

Artigos publicados sobre mimetismo, violência coletiva e mecanismos de sacrifício.

Scapegoat: A NetLogo Agent-Based Model of Scapegoating in Coevolving Networks

Versão completa do artigo do projeto Scapegoat ABM (PDF).

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Measuring the Scapegoat Mechanism

Artigo sobre métricas e medição do mecanismo do bode expiatório (PDF).

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BehaviorSpace & Redes Sociais Reais

Experimentos e Dados

Resultados que combinam duas frentes complementares: simulações do ABM no BehaviorSpace e análise empírica de quatro casos reais de cancelamento no Twitter (Monark, Karol Conká, Wagner Schwartz e Eduardo Bueno).

Coeficiente de clustering ao longo do tempo em 14 simulações do ABM, mostrando queda persistente após o evento ritual e histograma da magnitude da queda

Figura 1 — Cicatriz estrutural pós-ritual (ABM)

Coeficiente de clustering ao longo do tempo em 14 execuções do modelo (skepticism = 60, num-nodes = 60). À esquerda, a média (linha vermelha) cai de 0,405 — o baseline pré-ritual — para cerca de 0,27 após o evento sacrificial. À direita, a distribuição da magnitude da queda por run, com média de 39%. A simulação evidencia uma cicatriz topológica persistente após o sacrifício: a rede não retorna à coesão original.

Heatmap comparando métricas do efeito defensor nos quatro casos empíricos de cancelamento no Twitter

Figura 2 — Métricas do efeito defensor (dados empíricos)

Heatmap normalizado comparando sete métricas do efeito de defensores nos quatro casos empíricos analisados. As métricas incluem atraso na defesa, razão defensor/acusador, polarização do discurso de acusação e indicadores de engajamento (retweets e curtidas). Verde indica valores relativos favoráveis aos defensores; vermelho, favoráveis aos acusadores. A leitura cruzada permite contrastar dinâmicas distintas em cada caso.

Proporção diária de tweets que nomeiam explicitamente a vítima ao longo do tempo, alinhados ao pico de engajamento

Figura 3 — Vítima como símbolo no clímax (dados empíricos)

Proporção diária de tweets que nomeiam explicitamente a vítima nos quatro casos analisados, alinhados ao pico de engajamento (t = 0). Em 3 dos 4 casos, a menção direta à vítima cai justamente no momento do clímax: o discurso se amplia para temas mais gerais (racismo, nazismo, pedofilia, cancel-culture) e a vítima passa a funcionar como símbolo coletivo, não mais como referência específica.

Apresentação

Vídeo do Projeto

Uma visão geral do modelo, objetivos e descobertas iniciais.

Contato

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